Se você é idoso a partir de 65 anos ou pessoa com deficiência de baixa renda, a lei te garante 1 salário mínimo por mês, para o resto da vida — mesmo que nunca tenha contribuído para o INSS. A maioria dos pedidos é negada no administrativo. Na Justiça, com advogado especializado, o cenário muda completamente.
Você entrou no Meu INSS, juntou documento, foi na agência. Esperou meses. E recebeu uma carta dizendo "indeferido". Ou pior: marcaram perícia, o médico não olhou nos olhos do seu pai, do seu filho — e negaram mesmo assim. A gente já ajudou mais de mil famílias nessa mesma situação.
Mais de 60% dos pedidos de BPC são negados no administrativo. Quase sempre por burocracia, não por falta de direito. A maioria dos "não" do INSS vira "sim" na Justiça.
Dez minutos. Perguntas genéricas. Um laudo pronto antes mesmo da consulta acabar. Pessoas com deficiência real são negadas todos os dias por avaliações superficiais. Isso tem conserto.
Remédio, fralda, transporte para médico, comida. Enquanto o INSS enrola, a família carrega tudo sozinha. Cada mês sem o benefício é dinheiro que não vai voltar — mas que pode ser cobrado em atrasados quando o processo ganhar.
CadÚnico, composição familiar, renda per capita, laudos, perícia, recurso administrativo... É muito. Um advogado previdenciarista resolve esse labirinto — e você foca no que importa: cuidar de quem precisa.
Se alguma dessas dores é a sua, respira. Você não vai precisar enfrentar isso sozinho.
Conversar agoraExistem dois perfis que podem receber o BPC/LOAS. Se você se encaixa em um deles — e sua família tem baixa renda — o benefício é devido. A parte difícil é provar isso pro INSS. Nisso a gente entra.
Idosos brasileiros (ou estrangeiros com residência permanente) com 65 anos ou mais, cuja família não tenha renda suficiente para o sustento, têm direito garantido por lei — independente de nunca ter contribuído para o INSS.
Pessoas com deficiência física, intelectual, mental ou sensorial — de longo prazo (2 anos ou mais) — que enfrentem barreiras para participar plenamente da sociedade em igualdade com os demais. Vale para crianças, adultos e idosos.
Importante: mesmo quem "passa um pouco" do limite de renda pode ter direito. O STF já flexibilizou esse critério quando comprovadas despesas altas com saúde, medicamentos e cuidados — o que acontece em quase todos os casos reais.
Cada caso de BPC é diferente. Pode estar na triagem inicial, na fase administrativa, ou depois de uma negativa. Para cada momento, existe uma estratégia certa — e a gente vai dizer, na primeira conversa, qual é a sua.
Se o pedido ainda não foi feito, a gente monta do jeito certo. Documentação organizada, CadÚnico atualizado, laudos fortes, perícia preparada. O objetivo é evitar a negativa e já sair com o benefício concedido direto pelo INSS.
Quando o INSS já negou, avaliamos o melhor caminho: recurso administrativo ou ação direto na Justiça Federal. Em muitos casos, judicializar é mais rápido — e tem chance de êxito muito maior que o recurso interno.
Recebia BPC e o INSS cortou depois de revisão? Dá pra reverter. Muitas cessações acontecem por erro na análise de renda ou na reavaliação médica. Entramos com ação para restabelecer o benefício e cobrar os atrasados.
A gente explica tudo na primeira conversa — o que dá pra fazer, quanto tempo demora, o que você precisa providenciar, quanto custa. Se o caso não tem chance, falamos na hora. Você não vai pagar pra ouvir um "não".
Os nomes estão resumidos para preservar a privacidade, mas os casos são reais. Resultados variam conforme o perfil — mas a linha comum é sempre a mesma: direito que existe, pedido que foi negado, Justiça que reconheceu.
Aposentada sem contribuição, vivia da ajuda dos filhos. Teve três pedidos de BPC negados pelo INSS por suposta "renda acima do limite" — mas os filhos não eram obrigados a sustentá-la. Ação judicial reverteu a decisão e pagou todos os atrasados desde o primeiro pedido.
Laudo de TEA nível 2, acompanhamento multidisciplinar, família com baixa renda. Perito do INSS entendeu que "a deficiência não era grave o bastante". Ação com tutela antecipada e nova perícia judicial concedeu o BPC em 4 meses, com efeitos retroativos.
Portador de doença renal crônica em hemodiálise há 9 anos, recebia BPC desde 2018. Revisão administrativa cortou sem fundamento adequado. Ação restabeleceu o benefício, obrigou o pagamento dos meses cessados e bloqueou nova cessação sem justa causa.
Minha mãe tem 72 anos. Meu pai morreu em 2019 e ela ficou sem nada — nunca tinha trabalhado de carteira assinada. O INSS negou duas vezes dizendo que eu era obrigado a sustentar ela. A gente mal dava conta de casa. Quando o advogado entrou com a ação, em oito meses minha mãe estava recebendo. Recebeu também mais de um ano de atrasados. Mudou a vida dela.
"Meu filho é autista nível 2. A perícia do INSS foi humilhante, disseram que ele 'podia trabalhar quando crescesse'. O advogado entrou com ação e em cinco meses o BPC saiu. Hoje a gente consegue pagar o terapeuta."
"Eu tinha desistido. Já tinha sido negado três vezes. Uma vizinha me passou o contato. Na primeira conversa o advogado foi direto: 'o senhor tem direito'. Fez a ação. Hoje recebo todo mês — e ainda veio dinheiro atrasado."
"O que mais me tranquilizou foi a honestidade. Me explicaram cada passo, não prometeram nada impossível, e não cobraram nada antes do benefício sair. Quando saiu, aí sim pagamos a parte combinada. Tudo certinho."
Sem taxa de consulta. Sem empurrar processo que não tem chance. Se o seu caso é viável, a gente explica o caminho, o prazo e o custo. Se não é, a gente fala na hora e te poupa tempo e dinheiro. O importante é que você saia da conversa sabendo o que fazer.
Primeira análise sem custo, sem cadastro obrigatório e sem compromisso.
Honorários combinados por contrato e calculados sobre o resultado. Se o benefício não sair, você não deve nada.
Tudo por WhatsApp, e-mail ou vídeo. Você não precisa se deslocar em nenhuma etapa, e nós atendemos todos os estados.
A gente conversa como gente. Você entende o que está acontecendo no seu processo, do começo ao fim.
Respostas em linguagem direta, sem jurídiquês — como a gente conversa com cliente no dia a dia.
Não. O BPC/LOAS é um benefício assistencial, não previdenciário. Ele é garantido pela Constituição a quem se enquadra nos requisitos — idoso acima de 65 anos ou pessoa com deficiência, ambos em situação de baixa renda familiar. Nunca ter trabalhado de carteira assinada, ou nunca ter contribuído como autônomo, não é motivo para perder o direito. Muita gente desconhece isso e deixa de pedir.
Geralmente vale. O STF já decidiu que o critério de ¼ do salário mínimo per capita não é absoluto — pode ser flexibilizado até ½ salário mínimo quando a família comprova despesas altas com saúde, medicamentos, fraldas, terapias, transporte para tratamento. Na prática, muitos casos que foram negados pelo INSS por "renda acima do limite" são concedidos pela Justiça quando bem fundamentados com comprovação de gastos.
Dá, sim — e muitas vezes é o melhor caminho. Negativas administrativas não impedem o ingresso na Justiça Federal. Pelo contrário: a negativa é prova de que você tentou resolver pela via administrativa e precisa do Judiciário. A taxa de sucesso na Justiça é significativamente maior, especialmente em casos de pessoa com deficiência, porque há nova perícia feita por perito do juiz — mais técnica e menos apressada que a do INSS.
O BPC paga 1 salário mínimo por mês enquanto você mantém os requisitos (idade/deficiência + renda). Atualmente, isso equivale ao mínimo federal vigente. Não há 13º salário, e o benefício não gera pensão por morte. Quando concedido na Justiça, geralmente você recebe também os atrasados desde a data do primeiro pedido administrativo — ou seja, todos os meses em que o direito existia mas o INSS estava negando. Em muitos casos, isso significa uma quantia relevante logo no começo.
Varia conforme a vara federal e a complexidade do caso. Uma ação de BPC, em média, leva 6 a 18 meses em primeira instância. Em situações de urgência comprovada (doença grave, criança com deficiência severa, idoso em situação de vulnerabilidade), é possível pedir tutela antecipada — o juiz pode determinar o pagamento imediato antes da decisão final, em poucos meses. Isso depende muito da documentação e da argumentação jurídica.
Nos casos em que trabalhamos com honorários de êxito (a maior parte dos casos de BPC), você não paga nada se o benefício não for concedido. O escritório assume o risco junto com você. Custas processuais, quando existem, em ações previdenciárias para beneficiários da justiça gratuita também costumam ficar isentas. Tudo isso é combinado por contrato e explicado com transparência antes de qualquer passo.
Tudo de casa. O atendimento é 100% remoto — WhatsApp, e-mail, reuniões por vídeo. Você envia os documentos digitalmente (uma foto pelo celular basta, na maioria dos casos). Na perícia judicial, em alguns processos, o beneficiário precisa comparecer presencialmente em um dia específico — mas é um evento pontual, e a gente orienta passo a passo. Fora isso, você não precisa se deslocar em momento nenhum.
Crianças e adolescentes com TEA (Transtorno do Espectro Autista) têm direito ao BPC quando comprovadas as barreiras funcionais e a baixa renda familiar. A Lei nº 12.764/2012 reconhece o autismo como deficiência para todos os efeitos legais, incluindo o BPC. O INSS costuma negar alegando que "a deficiência não é grave o bastante" — mas essa análise é frequentemente revista pela Justiça com base em laudos mais detalhados e nova perícia. Muitas famílias que receberam "não" no INSS conquistaram o benefício com ação bem instruída.
Se o benefício puder ser conquistado, a gente vai até o fim com você. Se não tiver caso, falamos na hora — sem pagar nada pra ouvir isso. Primeira conversa gratuita, pelo WhatsApp, em português claro. Sem jurídiquês.
Conversa gratuita · Sigilo profissional · Você só paga se o benefício sair · Resposta em 24h