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Direito Trabalhista · Carteira assinada ou sem registro · Todo o Brasil

Trabalhou pesado. Recebeu pouco. A conta tem que fechar.

Foi demitido sem receber tudo? Trabalha sem carteira assinada há anos? Faz hora extra que ninguém paga? O que a empresa te deve não desaparece com o tempo — você tem até 2 anos depois de sair pra cobrar, e pode pedir os últimos 5 anos de direitos. A primeira conversa é gratuita e o cálculo do que você tem a receber também.

2.500+
Trabalhadores atendidos
nos últimos 7 anos
5 anos
É o prazo de direitos
que você pode cobrar
R$ 0
Para começar — você só
paga se a ação ganhar
Dr. Kelven Navona — Advogado Trabalhista
Dr. Kelven Navona
Advogado Trabalhista
OAB Credenciado · Atendimento em todo o Brasil
Consulta
grátis
Demissão sem justa causa Trabalho sem registro Horas extras não pagas FGTS não depositado Adicional de insalubridade Adicional noturno Acidente de trabalho Assédio moral Reconhecimento de vínculo Pejotização Demissão sem justa causa Trabalho sem registro Horas extras não pagas FGTS não depositado Adicional de insalubridade Adicional noturno Acidente de trabalho Assédio moral Reconhecimento de vínculo Pejotização
O que você está vivendo

A gente sabe como é trabalhar muito
e ainda assim sair no prejuízo.

Talvez você esteja registrado e a empresa não pague o que deve. Talvez trabalhe sem carteira há anos com promessa que nunca cumpriram. Talvez tenha sido demitido na surdina, sem aviso, sem rescisão correta. Em qualquer dessas situações, a lei está do seu lado — e a gente vai com você atrás do que é seu.

01

Trabalha "no preto" e tem medo de denunciar

Você presta serviço todo dia, cumpre horário, recebe ordem do patrão — mas sem carteira assinada. Tem medo de perder o emprego se questionar. A ação trabalhista pode ser feita depois que você sair — e os anos sem registro contam pra tudo: FGTS, INSS, férias, 13º.

02

Foi demitido e a rescisão veio errada

A empresa "deu um jeito" pra te mandar embora pagando menos: pediu pra você pedir demissão, demitiu por justa causa sem motivo, ou simplesmente não pagou o que devia. Tudo isso é reversível na Justiça do Trabalho — e você pode receber até em dobro o que ficou faltando.

03

Faz hora extra que nunca foi paga

Chega antes, sai depois, fica disponível no WhatsApp, almoça na correria. Tudo isso é tempo de trabalho — e tudo isso a empresa tem que pagar com adicional de 50% (ou 100% no domingo). Em 5 anos, isso vira muito dinheiro. E você tem direito de cobrar.

04

Foi forçado a virar PJ ou MEI

A empresa pediu pra você abrir CNPJ ou virar MEI "pra ficar mais vantajoso". Mas continua mandando, controlando horário, exigindo exclusividade. Isso é pejotização — uma fraude trabalhista. Você tem direito a vínculo de emprego com tudo o que vem junto.

Seja qual for a sua situação, a primeira conversa é gratuita — e confidencial.

Conversar agora
O que você pode estar deixando para trás

Direitos que quase sempre aparecem em ações trabalhistas.

Quando a gente faz o cálculo do seu caso, normalmente encontra mais coisa do que você imagina. Estes são os direitos mais comuns que aparecem — provavelmente algum (ou vários) se aplica a você. O cálculo exato depende do seu salário, jornada e tempo de empresa.

Reconhecimento de vínculo

Trabalhou sem carteira assinada? Pode pedir o registro retroativo — com FGTS, INSS, 13º e férias dos anos não anotados.

Horas extras + adicional

Toda hora trabalhada além da jornada vale 50% a mais (ou 100% em domingos e feriados). Acumula em até 5 anos de retroativo.

FGTS atrasado ou não depositado

8% do salário todo mês, com 40% de multa em caso de demissão sem justa causa. Empresa que não depositou pode ser obrigada a pagar tudo.

13º salário e férias + 1/3

Direito básico que muita empresa "esquece" de pagar — especialmente em demissões. Inclui dobra das férias vencidas e não gozadas.

Insalubridade e periculosidade

Trabalha em ambiente com calor, ruído, agentes químicos ou risco? Tem direito a adicional de 20% a 40% do salário mínimo ou base.

Adicional noturno

Quem trabalha entre 22h e 5h tem direito a 20% a mais sobre cada hora — e a hora noturna é reduzida (52min30s contam como 60min).

Reversão de justa causa

Demitido por justa causa sem motivo real? Reversão garante recebimento de tudo: aviso, multa de 40% do FGTS, seguro-desemprego, 13º proporcional.

Acidente de trabalho

Sofreu acidente, ficou afastado, ganhou alta sem condições? Direito a estabilidade, indenização e responsabilização da empresa pelo dano.

Assédio moral e dano psicológico

Humilhação, perseguição, exposição vexatória, metas impossíveis. Quando comprovado, gera indenização por danos morais — independente do salário.

Importante: você tem até 2 anos depois de sair da empresa para ajuizar a ação trabalhista — e pode cobrar os últimos 5 anos de direitos não pagos. Quanto mais cedo procurar, mais tempo de direito ainda está dentro do prazo legal.

Como a gente ajuda

Três caminhos para cobrar o que é seu.

Cada caso pede uma estratégia diferente. Às vezes uma negociação extrajudicial resolve em semanas. Às vezes a única saída é a Justiça do Trabalho. Em outros, a melhor opção é juntar várias coisas numa ação só. A gente decide qual caminho na primeira conversa, com o cálculo na mão.

Caminho 01

Negociação extrajudicial

Em alguns casos, uma notificação bem feita resolve sem processo. A empresa, sabendo do que pode pagar na Justiça, prefere acordar. Funciona bem quando o valor é claro e o caso é forte. Resultado em semanas, não meses.

Caminho 02

Reclamação trabalhista

O caminho clássico: ação na Justiça do Trabalho. Você não paga custas se ganhar até 1 salário mínimo. Audiências hoje em dia são em grande parte virtuais — você não precisa nem se deslocar pra resolver. O processo costuma durar de 8 a 18 meses.

Caminho 03

Acordo na audiência

Em quase 60% dos casos, a empresa propõe acordo logo na primeira audiência — geralmente entre 60% e 80% do valor da causa. Você decide se aceita ou segue. Acordo bom é dinheiro rápido. Acordo ruim a gente recusa e segue cobrando o total.

Passo a passo

Cinco etapas. Linguagem simples. Sem custo adiantado.

Você não vai entender o processo de uma hora pra outra — e nem precisa. A gente te explica cada passo na hora certa, sem jargão técnico, e te mantém informado. Se em algum momento você quiser parar, é seu direito. Sem multa, sem cobrança escondida.

01
Conversa inicial gratuita
Você chama no WhatsApp, conta sua história. Em 24h um advogado responde com avaliação preliminar — vale a pena entrar com ação ou não.
Duração~30 min
02
Cálculo do que você tem a receber
Com seus dados (salário, jornada, datas, holerites se tiver), montamos o cálculo dos direitos não pagos. Esse cálculo é a base da ação — e dele sai o valor da causa.
Prazo3 a 7 dias
03
Documentação e prova
Juntamos prova do vínculo (mensagens, fotos, testemunhas), comprovantes de pagamento, contracheques. Tudo pode ser enviado por WhatsApp ou e-mail. Você não precisa sair de casa.
Prazo1 a 2 semanas
04
Ajuizamento e audiência
Protocolamos a ação na Justiça do Trabalho. Em 60 a 120 dias acontece a primeira audiência — quase sempre virtual. Aí pode rolar acordo ou seguir o processo.
Primeira audiência60 a 120 dias
05
Pagamento ou execução
Acordo aceito, dinheiro cai na sua conta em 30 a 60 dias. Sentença favorável, a empresa tem que pagar — se não pagar, executamos: bloqueio de bens, conta bancária, veículos.
Tempo total8 a 18 meses
Histórias reais

Trabalhadores que receberam o que era deles.

Os nomes estão resumidos para preservar a privacidade. Os valores são aproximados, com base em casos reais. Cada situação é única — o que esses casos mostram é o tipo de direito que a Justiça do Trabalho reconhece com frequência.

João, ajudante de obra Sem registro

4 anos sem carteira assinada — vínculo reconhecido + R$ 32 mil em direitos

Trabalhou 4 anos como ajudante de pedreiro, recebia em dinheiro, sem carteira assinada. Quando a obra acabou, o patrão simplesmente sumiu. Reunimos prova testemunhal e mensagens de WhatsApp. Justiça reconheceu o vínculo e a empresa foi condenada a pagar FGTS, 13º, férias, horas extras e indenização.

Vínculo reconhecido + verbas pagas
Marcia, atendente Justa causa revertida

Demitida por justa causa sem motivo — reversão e R$ 18 mil em rescisão

Atendente de loja há 3 anos, foi demitida por "abandono de trabalho" depois de 2 dias de atestado médico. Empresa não pagou nada. Ação reverteu a justa causa, transformou em demissão sem justa causa e obrigou o pagamento de aviso prévio, multa de 40% do FGTS, 13º proporcional, férias e indenização por dano moral.

Justa causa revertida + rescisão integral
Renato, motorista Pejotização

Forçado a abrir MEI — vínculo de emprego reconhecido + R$ 47 mil

Motorista de aplicativo de uma empresa de logística há 5 anos, era obrigado a abrir MEI e cumpria horário fixo, uniforme, exclusividade. Tudo característica de vínculo de emprego, não de prestação autônoma. Justiça reconheceu pejotização, declarou o vínculo e condenou a empresa em todas as verbas trabalhistas dos 5 anos.

Pejotização declarada + verbas integrais
O que dizem os trabalhadores

Palavras de quem recebeu o que era seu.

"Fui demitida por justa causa por causa de 2 dias de atestado. Fiquei sem nada — nem aviso, nem férias, nem 13º. O advogado entrou com ação, a empresa fez acordo, recebi mais de 18 mil em 7 meses."

MS

Márcia S.

Atendente · São Paulo

"Trabalhei 5 anos fazendo entrega obrigado a ser MEI. Quando saí, descobri que tinha direito a tudo: FGTS, férias, 13º, hora extra. Me explicaram tudo direitinho, sem enrolação. Saiu acordo de 35 mil."

RV

Renato V.

Motorista de entrega · Paraná

"O que me tranquilizou foi não ter que pagar nada antes. Eu tava sem emprego, sem dinheiro pra advogado. Eles cobraram só na hora que o acordo saiu. Foi tudo transparente, contrato escrito, nada de surpresa."

PA

Paula A.

Vendedora · Rio Grande do Sul

Cálculo gratuito

Antes de qualquer coisa, a gente calcula o que você tem a receber.

Sem custo. Sem compromisso. Você nos passa os dados (salário, jornada, tempo de empresa) e a gente devolve um cálculo aproximado do que provavelmente está em direitos não pagos. Se o valor compensar a ação, a gente explica o caminho. Se não compensar, falamos isso na cara — sem inventar processo só pra cobrar honorário.

Cálculo e consulta gratuitos

Você descobre quanto a empresa te deve antes de decidir qualquer coisa. Sem cadastro, sem compromisso.

Você só paga se ganhar

Honorários descontados sobre o que você efetivamente receber. Se a ação não tiver resultado, você não deve nada.

Sigilo absoluto

Tudo o que você nos contar é protegido por sigilo profissional da advocacia. A empresa só fica sabendo se decidirmos avançar.

Atendimento em todo o Brasil

100% online. Audiências da Justiça do Trabalho hoje são na maioria virtuais. Você não precisa se deslocar.

Cálculo gratuito

Conte sua situação em 3 minutos.

Respondemos em até 24h pelo WhatsApp com avaliação preliminar e estimativa do que pode ser cobrado. Campos com * são obrigatórios.

Seus dados são protegidos pela LGPD e pelo sigilo profissional. Não compartilhamos com terceiros, não procuramos a empresa sem sua autorização.

Dr. Kelven Navona — Advogado Trabalhista
OAB Credenciado
Quem vai cuidar do seu caso

Dr. Kelven Navona,
Advogado Trabalhista

Especialista em Direito do Trabalho, Dr. Kelven Navona atua há anos na defesa de trabalhadores que tiveram seus direitos negados — seja por trabalho sem carteira, demissão irregular, horas extras não pagas ou assédio moral. Com linguagem acessível e atendimento 100% sigiloso, já ajudou centenas de trabalhadores a recuperar o que era deles pela Justiça do Trabalho.

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Respostas diretas

Perguntas que todo trabalhador faz.

Em linguagem simples, sem jurídiquês — exatamente como a gente conversa no dia a dia.

Pode, sim — mas raramente é o melhor caminho. Entrar com ação enquanto ainda trabalha lá costuma terminar em demissão de retaliação (que, embora seja ilegal, é difícil de provar). O caminho usual é: aguardar a saída (ou ser demitido), e dentro do prazo de 2 anos depois disso, ajuizar a ação cobrando os últimos 5 anos de direitos. Existem situações específicas em que vale entrar com ação durante o vínculo (assédio grave, falta de FGTS comprovada, salário atrasado), mas é caso a caso. Na primeira conversa a gente avalia o seu.

Você tem 2 anos a contar da data em que saiu (ou foi demitido). Esse é o prazo prescricional bienal. Dentro desses 2 anos, pode pedir os direitos dos últimos 5 anos de empresa (prescrição quinquenal). Se você trabalhou 8 anos numa empresa e saiu hoje, em uma ação ajuizada amanhã pode cobrar tudo dos últimos 5. Mas se esperar 1 ano e 11 meses pra entrar, ainda dá — só que você "perde" os meses que vão correndo. Por isso quanto antes procurar um advogado, melhor.

É mais simples do que parece. Provas de vínculo de emprego incluem: conversas de WhatsApp com o patrão dando ordens; fotos no local de trabalho ou de uniforme; e-mails; extratos bancários mostrando depósitos da empresa; cartão de ponto ou registros mesmo informais; e principalmente testemunhas (colegas de trabalho, clientes, fornecedores que viam você lá todo dia). Em ação trabalhista, prova testemunhal tem peso enorme. Se você teve colegas, provavelmente tem caso.

Pra você, na maior parte dos casos, custa zero pra começar. Trabalhamos com honorários de êxito (também chamado de quota litis): você paga uma porcentagem combinada apenas sobre o que efetivamente receber. Se a ação não der em nada, você não deve nada. Custas processuais, em ações trabalhistas para quem ganha até 2 salários mínimos, são isentas (justiça gratuita). A porcentagem dos honorários varia de 20% a 30% do valor recebido, conforme a complexidade do caso, e tudo é combinado por contrato escrito antes de qualquer passo.

Em média, de 8 a 18 meses em primeira instância. A primeira audiência costuma ser marcada entre 60 e 120 dias depois do protocolo da ação. Em quase 60% dos casos, a empresa propõe acordo logo nessa primeira audiência — se você aceita, o dinheiro cai em 30 a 60 dias. Se segue o processo, vai a uma segunda audiência (de instrução), depois sentença, depois eventual recurso. Se a empresa não pagar voluntariamente após sentença, entra na fase de execução: bloqueio de bens, conta bancária, veículos. Esse processo todo, com execução, pode durar até 3 anos em casos mais complexos.

Pode. A ação trabalhista é pública — a empresa é notificada formalmente assim que o processo é distribuído. Por isso a regra é: se ainda trabalha na empresa e o caso não é urgente, melhor esperar a saída. Demissão por retaliação é ilegal mas difícil de provar, e a perseguição informal (mudança de função, desconto de comissões, frieza) é ainda mais difícil. Existem exceções específicas (assédio grave, salário atrasado, falta de FGTS), em que a estratégia muda. Tudo é avaliado caso a caso.

É um terreno em construção, mas a tendência da Justiça do Trabalho brasileira tem sido reconhecer vínculo de emprego em vários casos — especialmente quando há subordinação evidente: a plataforma controla preço, controla rota, pune com bloqueio, exige exclusividade ou define metas. Decisões recentes têm sido divididas, mas há vitórias em massa em algumas regiões. Vale conversar — o seu caso pode ser exatamente um daqueles em que cabe ação. E mesmo que não caiba reconhecimento de vínculo, há outros direitos possíveis (acidente, assédio, etc.).

Pode ser. Se a empresa exige CNPJ mas continua mandando, controlando horário, exigindo exclusividade e cumprimento de metas — isso se chama pejotização, e a Justiça do Trabalho reconhece como fraude trabalhista. Você tem direito a vínculo de emprego com tudo o que vem junto: FGTS, 13º, férias, horas extras, INSS dos anos trabalhados como PJ. Tem que provar a subordinação, mas geralmente WhatsApp do "chefe", e-mails corporativos, planilhas de meta, uniforme, exigência de presença em eventos da empresa — tudo isso conta como prova.

Bastante coisa. O auxílio-doença acidentário (B91) é pago pelo INSS, mas isso não impede você de cobrar da empresa: indenização por danos morais (dor, sofrimento, alteração da rotina), indenização por danos materiais (despesas médicas, remédios, tratamento), pensão em caso de redução da capacidade laborativa, e estabilidade no emprego por 12 meses depois do retorno (não pode ser demitido nesse período). Em casos graves, com sequela definitiva, indenizações chegam a centenas de milhares de reais.

O tempo está correndo a seu favor — ou contra

O que é seu
tem que voltar pra você.

Cada mês que passa, um mês de direito vai prescrevendo. Se você saiu da empresa há 1 ano e meio, ainda dá pra pegar 5 anos pra trás. Daqui a 6 meses, prescreveu mais um pedaço. Quanto antes a gente conversar, mais direito ainda dá pra cobrar. A primeira conversa é gratuita, sem compromisso, pelo WhatsApp.

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