Foi demitido sem receber tudo? Trabalha sem carteira assinada há anos? Faz hora extra que ninguém paga? O que a empresa te deve não desaparece com o tempo — você tem até 2 anos depois de sair pra cobrar, e pode pedir os últimos 5 anos de direitos. A primeira conversa é gratuita e o cálculo do que você tem a receber também.
Talvez você esteja registrado e a empresa não pague o que deve. Talvez trabalhe sem carteira há anos com promessa que nunca cumpriram. Talvez tenha sido demitido na surdina, sem aviso, sem rescisão correta. Em qualquer dessas situações, a lei está do seu lado — e a gente vai com você atrás do que é seu.
Você presta serviço todo dia, cumpre horário, recebe ordem do patrão — mas sem carteira assinada. Tem medo de perder o emprego se questionar. A ação trabalhista pode ser feita depois que você sair — e os anos sem registro contam pra tudo: FGTS, INSS, férias, 13º.
A empresa "deu um jeito" pra te mandar embora pagando menos: pediu pra você pedir demissão, demitiu por justa causa sem motivo, ou simplesmente não pagou o que devia. Tudo isso é reversível na Justiça do Trabalho — e você pode receber até em dobro o que ficou faltando.
Chega antes, sai depois, fica disponível no WhatsApp, almoça na correria. Tudo isso é tempo de trabalho — e tudo isso a empresa tem que pagar com adicional de 50% (ou 100% no domingo). Em 5 anos, isso vira muito dinheiro. E você tem direito de cobrar.
A empresa pediu pra você abrir CNPJ ou virar MEI "pra ficar mais vantajoso". Mas continua mandando, controlando horário, exigindo exclusividade. Isso é pejotização — uma fraude trabalhista. Você tem direito a vínculo de emprego com tudo o que vem junto.
Seja qual for a sua situação, a primeira conversa é gratuita — e confidencial.
Conversar agoraQuando a gente faz o cálculo do seu caso, normalmente encontra mais coisa do que você imagina. Estes são os direitos mais comuns que aparecem — provavelmente algum (ou vários) se aplica a você. O cálculo exato depende do seu salário, jornada e tempo de empresa.
Trabalhou sem carteira assinada? Pode pedir o registro retroativo — com FGTS, INSS, 13º e férias dos anos não anotados.
Toda hora trabalhada além da jornada vale 50% a mais (ou 100% em domingos e feriados). Acumula em até 5 anos de retroativo.
8% do salário todo mês, com 40% de multa em caso de demissão sem justa causa. Empresa que não depositou pode ser obrigada a pagar tudo.
Direito básico que muita empresa "esquece" de pagar — especialmente em demissões. Inclui dobra das férias vencidas e não gozadas.
Trabalha em ambiente com calor, ruído, agentes químicos ou risco? Tem direito a adicional de 20% a 40% do salário mínimo ou base.
Quem trabalha entre 22h e 5h tem direito a 20% a mais sobre cada hora — e a hora noturna é reduzida (52min30s contam como 60min).
Demitido por justa causa sem motivo real? Reversão garante recebimento de tudo: aviso, multa de 40% do FGTS, seguro-desemprego, 13º proporcional.
Sofreu acidente, ficou afastado, ganhou alta sem condições? Direito a estabilidade, indenização e responsabilização da empresa pelo dano.
Humilhação, perseguição, exposição vexatória, metas impossíveis. Quando comprovado, gera indenização por danos morais — independente do salário.
Importante: você tem até 2 anos depois de sair da empresa para ajuizar a ação trabalhista — e pode cobrar os últimos 5 anos de direitos não pagos. Quanto mais cedo procurar, mais tempo de direito ainda está dentro do prazo legal.
Cada caso pede uma estratégia diferente. Às vezes uma negociação extrajudicial resolve em semanas. Às vezes a única saída é a Justiça do Trabalho. Em outros, a melhor opção é juntar várias coisas numa ação só. A gente decide qual caminho na primeira conversa, com o cálculo na mão.
Em alguns casos, uma notificação bem feita resolve sem processo. A empresa, sabendo do que pode pagar na Justiça, prefere acordar. Funciona bem quando o valor é claro e o caso é forte. Resultado em semanas, não meses.
O caminho clássico: ação na Justiça do Trabalho. Você não paga custas se ganhar até 1 salário mínimo. Audiências hoje em dia são em grande parte virtuais — você não precisa nem se deslocar pra resolver. O processo costuma durar de 8 a 18 meses.
Em quase 60% dos casos, a empresa propõe acordo logo na primeira audiência — geralmente entre 60% e 80% do valor da causa. Você decide se aceita ou segue. Acordo bom é dinheiro rápido. Acordo ruim a gente recusa e segue cobrando o total.
Você não vai entender o processo de uma hora pra outra — e nem precisa. A gente te explica cada passo na hora certa, sem jargão técnico, e te mantém informado. Se em algum momento você quiser parar, é seu direito. Sem multa, sem cobrança escondida.
Os nomes estão resumidos para preservar a privacidade. Os valores são aproximados, com base em casos reais. Cada situação é única — o que esses casos mostram é o tipo de direito que a Justiça do Trabalho reconhece com frequência.
Trabalhou 4 anos como ajudante de pedreiro, recebia em dinheiro, sem carteira assinada. Quando a obra acabou, o patrão simplesmente sumiu. Reunimos prova testemunhal e mensagens de WhatsApp. Justiça reconheceu o vínculo e a empresa foi condenada a pagar FGTS, 13º, férias, horas extras e indenização.
Atendente de loja há 3 anos, foi demitida por "abandono de trabalho" depois de 2 dias de atestado médico. Empresa não pagou nada. Ação reverteu a justa causa, transformou em demissão sem justa causa e obrigou o pagamento de aviso prévio, multa de 40% do FGTS, 13º proporcional, férias e indenização por dano moral.
Motorista de aplicativo de uma empresa de logística há 5 anos, era obrigado a abrir MEI e cumpria horário fixo, uniforme, exclusividade. Tudo característica de vínculo de emprego, não de prestação autônoma. Justiça reconheceu pejotização, declarou o vínculo e condenou a empresa em todas as verbas trabalhistas dos 5 anos.
Trabalhei 4 anos como ajudante numa empresa de obras. Tudo no preto, recebendo no dinheiro. Quando o serviço acabou, o cara sumiu, não pagou nada. Eu achava que não tinha direito porque não tinha carteira assinada. O advogado me explicou que tinha sim — era só ter as provas. Achei conversas no WhatsApp, foto da obra, gente que trabalhou junto comigo dispostas a serem testemunha. Em 11 meses recebi mais de 30 mil reais.
"Fui demitida por justa causa por causa de 2 dias de atestado. Fiquei sem nada — nem aviso, nem férias, nem 13º. O advogado entrou com ação, a empresa fez acordo, recebi mais de 18 mil em 7 meses."
"Trabalhei 5 anos fazendo entrega obrigado a ser MEI. Quando saí, descobri que tinha direito a tudo: FGTS, férias, 13º, hora extra. Me explicaram tudo direitinho, sem enrolação. Saiu acordo de 35 mil."
"O que me tranquilizou foi não ter que pagar nada antes. Eu tava sem emprego, sem dinheiro pra advogado. Eles cobraram só na hora que o acordo saiu. Foi tudo transparente, contrato escrito, nada de surpresa."
Sem custo. Sem compromisso. Você nos passa os dados (salário, jornada, tempo de empresa) e a gente devolve um cálculo aproximado do que provavelmente está em direitos não pagos. Se o valor compensar a ação, a gente explica o caminho. Se não compensar, falamos isso na cara — sem inventar processo só pra cobrar honorário.
Você descobre quanto a empresa te deve antes de decidir qualquer coisa. Sem cadastro, sem compromisso.
Honorários descontados sobre o que você efetivamente receber. Se a ação não tiver resultado, você não deve nada.
Tudo o que você nos contar é protegido por sigilo profissional da advocacia. A empresa só fica sabendo se decidirmos avançar.
100% online. Audiências da Justiça do Trabalho hoje são na maioria virtuais. Você não precisa se deslocar.
Especialista em Direito do Trabalho, Dr. Kelven Navona atua há anos na defesa de trabalhadores que tiveram seus direitos negados — seja por trabalho sem carteira, demissão irregular, horas extras não pagas ou assédio moral. Com linguagem acessível e atendimento 100% sigiloso, já ajudou centenas de trabalhadores a recuperar o que era deles pela Justiça do Trabalho.
Em linguagem simples, sem jurídiquês — exatamente como a gente conversa no dia a dia.
Pode, sim — mas raramente é o melhor caminho. Entrar com ação enquanto ainda trabalha lá costuma terminar em demissão de retaliação (que, embora seja ilegal, é difícil de provar). O caminho usual é: aguardar a saída (ou ser demitido), e dentro do prazo de 2 anos depois disso, ajuizar a ação cobrando os últimos 5 anos de direitos. Existem situações específicas em que vale entrar com ação durante o vínculo (assédio grave, falta de FGTS comprovada, salário atrasado), mas é caso a caso. Na primeira conversa a gente avalia o seu.
Você tem 2 anos a contar da data em que saiu (ou foi demitido). Esse é o prazo prescricional bienal. Dentro desses 2 anos, pode pedir os direitos dos últimos 5 anos de empresa (prescrição quinquenal). Se você trabalhou 8 anos numa empresa e saiu hoje, em uma ação ajuizada amanhã pode cobrar tudo dos últimos 5. Mas se esperar 1 ano e 11 meses pra entrar, ainda dá — só que você "perde" os meses que vão correndo. Por isso quanto antes procurar um advogado, melhor.
É mais simples do que parece. Provas de vínculo de emprego incluem: conversas de WhatsApp com o patrão dando ordens; fotos no local de trabalho ou de uniforme; e-mails; extratos bancários mostrando depósitos da empresa; cartão de ponto ou registros mesmo informais; e principalmente testemunhas (colegas de trabalho, clientes, fornecedores que viam você lá todo dia). Em ação trabalhista, prova testemunhal tem peso enorme. Se você teve colegas, provavelmente tem caso.
Pra você, na maior parte dos casos, custa zero pra começar. Trabalhamos com honorários de êxito (também chamado de quota litis): você paga uma porcentagem combinada apenas sobre o que efetivamente receber. Se a ação não der em nada, você não deve nada. Custas processuais, em ações trabalhistas para quem ganha até 2 salários mínimos, são isentas (justiça gratuita). A porcentagem dos honorários varia de 20% a 30% do valor recebido, conforme a complexidade do caso, e tudo é combinado por contrato escrito antes de qualquer passo.
Em média, de 8 a 18 meses em primeira instância. A primeira audiência costuma ser marcada entre 60 e 120 dias depois do protocolo da ação. Em quase 60% dos casos, a empresa propõe acordo logo nessa primeira audiência — se você aceita, o dinheiro cai em 30 a 60 dias. Se segue o processo, vai a uma segunda audiência (de instrução), depois sentença, depois eventual recurso. Se a empresa não pagar voluntariamente após sentença, entra na fase de execução: bloqueio de bens, conta bancária, veículos. Esse processo todo, com execução, pode durar até 3 anos em casos mais complexos.
Pode. A ação trabalhista é pública — a empresa é notificada formalmente assim que o processo é distribuído. Por isso a regra é: se ainda trabalha na empresa e o caso não é urgente, melhor esperar a saída. Demissão por retaliação é ilegal mas difícil de provar, e a perseguição informal (mudança de função, desconto de comissões, frieza) é ainda mais difícil. Existem exceções específicas (assédio grave, salário atrasado, falta de FGTS), em que a estratégia muda. Tudo é avaliado caso a caso.
É um terreno em construção, mas a tendência da Justiça do Trabalho brasileira tem sido reconhecer vínculo de emprego em vários casos — especialmente quando há subordinação evidente: a plataforma controla preço, controla rota, pune com bloqueio, exige exclusividade ou define metas. Decisões recentes têm sido divididas, mas há vitórias em massa em algumas regiões. Vale conversar — o seu caso pode ser exatamente um daqueles em que cabe ação. E mesmo que não caiba reconhecimento de vínculo, há outros direitos possíveis (acidente, assédio, etc.).
Pode ser. Se a empresa exige CNPJ mas continua mandando, controlando horário, exigindo exclusividade e cumprimento de metas — isso se chama pejotização, e a Justiça do Trabalho reconhece como fraude trabalhista. Você tem direito a vínculo de emprego com tudo o que vem junto: FGTS, 13º, férias, horas extras, INSS dos anos trabalhados como PJ. Tem que provar a subordinação, mas geralmente WhatsApp do "chefe", e-mails corporativos, planilhas de meta, uniforme, exigência de presença em eventos da empresa — tudo isso conta como prova.
Bastante coisa. O auxílio-doença acidentário (B91) é pago pelo INSS, mas isso não impede você de cobrar da empresa: indenização por danos morais (dor, sofrimento, alteração da rotina), indenização por danos materiais (despesas médicas, remédios, tratamento), pensão em caso de redução da capacidade laborativa, e estabilidade no emprego por 12 meses depois do retorno (não pode ser demitido nesse período). Em casos graves, com sequela definitiva, indenizações chegam a centenas de milhares de reais.
Cada mês que passa, um mês de direito vai prescrevendo. Se você saiu da empresa há 1 ano e meio, ainda dá pra pegar 5 anos pra trás. Daqui a 6 meses, prescreveu mais um pedaço. Quanto antes a gente conversar, mais direito ainda dá pra cobrar. A primeira conversa é gratuita, sem compromisso, pelo WhatsApp.
Cálculo e consulta gratuitos · Sigilo profissional · Você só paga se ganhar · Resposta em 24h